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Grupo Barbosa Batista
Barbosa BatistaVix Capital

O empresário raramente erra no valor. Erra na linha.

Pedir giro quando o caso é antecipação de recebível custa taxa, prazo e garantia à toa. A conversa começa pelo que a empresa precisa resolver, e a linha vem depois.

O que encaminhamos

Cada linha tem critério próprio de porte, setor, garantia e histórico. A análise preliminar existe justamente para descobrir qual delas a empresa atende antes de bater na porta de alguém.

  • Capital de giro

    Recurso para o ciclo da operação, com ou sem garantia, encaminhado às instituições que atendem o porte e o setor da empresa.

    Empresa com faturamento recorrente e necessidade de fôlego de caixa.

  • Crédito com imóvel em garantia

    A operação de menor custo para quem tem imóvel quitado ou quase. Prazo longo e ticket alto, com análise da garantia antes de qualquer proposta.

    Sócio ou empresa com imóvel disponível para dar em garantia.

  • Antecipação de recebíveis

    Transformar duplicata, nota ou recebível de cartão em caixa hoje. É a linha que se repete todo mês, e por isso a que mais muda o fluxo.

    Empresa que vende a prazo e precisa encurtar o ciclo financeiro.

  • Financiamento de equipamento

    Máquina, frota e instalação, com o bem financiado servindo de garantia da própria operação.

    Empresa em expansão ou renovando ativo produtivo.

  • Operação estruturada

    Quando o balcão não resolve: cédula de crédito bancário, cessão de recebíveis, securitização. Estruturação caso a caso, com o desenho feito antes de procurar credor.

    Empresa com ticket e complexidade acima do crédito de prateleira.

Como a operação anda

Mesma esteira para qualquer linha. O que muda é o documento pedido e o tempo de cada etapa.

  1. Conversa de enquadramento

    Antes de qualquer proposta, entender o que a pessoa ou a empresa precisa, para quando, e com o que conta. Muita gente chega pedindo o produto errado.

  2. Análise preliminar

    Conferimos elegibilidade, margem, garantia e documentos com os critérios reais de cada instituição. É aqui que se descobre o que não vai passar, antes de o cliente criar expectativa.

  3. Encaminhamento à instituição certa

    A operação vai para as instituições cujo critério ela atende, e não para todas ao mesmo tempo. Consulta desperdiçada custa ao cliente em registro de consulta e ao processo em tempo.

  4. Formalização

    Identificação, assinatura e envio, conduzidos por profissional certificado. A condição apresentada é sempre a que a instituição devolveu, nunca uma estimativa nossa.

  5. Acompanhamento até a liberação

    Contrato digitado não é contrato pago. Acompanhamos cada etapa até o recurso entrar na conta, e avisamos quando algo trava.

O que não fazemos

Delimitar isso é parte do serviço, e evita a conversa errada.

  • Não concedemos crédito

    Não somos instituição financeira. Quem analisa risco, aprova e libera é a instituição financeira.

  • Não cobramos do cliente

    Nem taxa de análise, nem consultoria, nem reembolso. A remuneração vem da instituição, e a norma do correspondente exige que seja assim.

  • Não prometemos aprovação

    Nem taxa, nem prazo de liberação. Qualquer número antes da resposta da instituição seria invenção.